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Palavra (de)cantada leva poesia e música ao palácio nacional de Queluz

Tempo de leitura estimado: 4 minutos

A atriz Sandra Celas e o músico Nuno Pereira apresentam três espetáculos no Palácio Nacional de Queluz entre fevereiro e abril. Eles unem poesia e música num ciclo intimista. Por consequência, o ciclo Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz promete uma experiência única para os amantes de cultura.

Entre fevereiro e abril, o Palácio Nacional de Queluz recebe “Palavra (De)Cantada”. O ciclo cruza poesia, música e interpretação num formato de proximidade, destacando o nome Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz como referência ao evento.

Sandra Celas, atriz e cantora, e Nuno Pereira, músico e multi-instrumentista, conduzem esta viagem poética e sonora. Além disso, cada sessão decorre na Sala da Música, às 19h00, inseridas no ciclo Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz.

Amor, mulher e liberdade em três sessões

O primeiro espetáculo realiza-se a 28 de fevereiro, sob o título “Românticos Incuráveis”. Vale lembrar que esta sessão faz parte da série Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz. Portanto, traz uma leitura contemporânea do amor através de autores de diferentes épocas.

De Camões a Marquesa da Alorna, de Lord Byron a Natália Correia, os textos serão reinterpretados. Os artistas sublinham que o espetáculo, relacionado ao ciclo Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz, é pouco previsível, à semelhança do próprio amor.

A segunda sessão acontece a 28 de março, no mês em que se assinalam o Dia Mundial da Poesia e o Dia Internacional da Mulher. “A Musa do Poeta” celebra a mulher como inspiração literária e símbolo de força, beleza e profundidade. Além disso, ocorre no contexto do ciclo Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz.

Sandra Celas encarna essa figura feminina. Por outro lado, inserido na iniciativa Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz, Nuno Pereira constrói uma paisagem sonora de tonalidades delicadas e exóticas. Essas tonalidades acompanham a declamação.

O ciclo encerra a 26 de abril com “A Liberdade é um Poema”. O mês da Revolução dos Cravos serve de mote para refletir sobre liberdade e criação artística, como propõe Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz.

Assim, o espetáculo evoca poemas que desafiaram censuras e romperam silêncios. Também nesta sessão, Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz assume a poesia como expressão máxima de liberdade.

Bilhetes e duração

Cada sessão tem duração aproximada de uma hora. Os ingressos custam 25 euros e estão disponíveis exclusivamente no site da Parques de Sintra. Especialmente para o ciclo Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz, esse acesso está garantido.

Além disso, existe um bilhete conjunto para os três espetáculos por 67,50 euros, disponíveis no âmbito de Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz.

Parques de Sintra: gestão pública do património

A Parques de Sintra – Monte da Lua, S.A. é uma empresa de capitais exclusivamente públicos, criada em 2000. A sua criação ocorreu após a classificação da Paisagem Cultural de Sintra como Património da Humanidade pela UNESCO. Por isso, o Palácio Nacional de Queluz é local de eventos como Palavra (De)Cantada.

A empresa não recorre ao Orçamento do Estado. Desta forma, a manutenção e recuperação do património são asseguradas pelas receitas próprias, incluindo espetáculos como Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz.

Nos últimos dez anos, os espaços sob sua gestão receberam cerca de 25 milhões de visitas. Entre esses locais incluem-se o Parque e Palácio Nacional da Pena, os Palácios Nacionais de Sintra e de Queluz, o Castelo dos Mouros, o Palácio de Monserrate e o Convento dos Capuchos. Em suma, eventos como Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz destacam-se na programação cultural.

A Parques de Sintra soma treze World Travel Awards para Melhor Empresa do Mundo em Conservação. Esses prêmios foram atribuídos consecutivamente entre 2013 e 2025. Assim, reforça o prestígio de iniciativas como Palavra (De)Cantada no Palácio Nacional de Queluz.

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