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O Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD) adquiriu 32 viaturas eléctricas. Trata-se de ligeiros de passageiros, com financiamento integral do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Além disso, os veículos destinam-se à prestação de cuidados de saúde a nível nacional.
Em concreto, a frota apoia os cuidados no domicílio e as consultas descentralizadas nos Centros de Saúde. Por sua vez, a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) gere esta medida do PRR. Nela, o ICAD figura como beneficiário final.
Distribuição das viaturas eléctricas pelos CRI
Entretanto, o ICAD já iniciou a distribuição geográfica dos veículos. Ou seja, a frota está a chegar aos Centros de Respostas Integradas (CRI). De facto, estas estruturas locais aplicam no terreno as políticas do instituto.
Além disso, as mesmas unidades tratam, previnem e acompanham pessoas com dependências. Abrangem substâncias lícitas e ilícitas. Cobrem também outros comportamentos aditivos, como o álcool e o jogo.
«Esta é uma medida verdadeiramente sustentável na gestão de recursos financeiros», afirma Joana Teixeira, presidente do ICAD. Por isso, a responsável considera que a aquisição aumenta a capacidade de resposta do Estado e do Serviço Nacional de Saúde. «Ao mesmo tempo, o cidadão passa a beneficiar de um apoio mais eficiente e com maior proximidade», acrescenta.
Poupança e impacto ambiental
Por outro lado, Marco António Silva sublinha o efeito económico da compra. Com efeito, o vogal do Conselho Directivo detém o pelouro financeiro. «Com um veículo próprio, haverá uma poupança considerável a nível de serviços prestados», declara.
Depois, o responsável associa a medida à saúde pública. Nomeadamente, refere «uma benéfica relação entre a adoção de veículos elétricos, o nível de poluição do ar e as consequências para a saúde».
O actual Conselho Directivo do ICAD tomou posse a 1 de Janeiro de 2026. Assim, Joana Teixeira sucedeu a João Goulão na presidência. Já Marco António Garcia da Silva assumiu a vogalia da área financeira.
Por fim, a medida enquadra-se no investimento RE-C01-i01 do PRR. Ainda assim, abrange apenas a área dos cuidados de saúde primários. O aviso-convite correspondente consta do portal Recuperar Portugal.






