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Em Portugal, a wecity lançou dois novos projectos, com 1,65 milhões de euros disponíveis para financiamento alternativo imobiliário.
As operações localizam-se na Figueira da Foz e na Madeira. Além disso, reforçam a aposta da plataforma em projectos residenciais com potencial de valorização.
Assim, a empresa apresenta as novas oportunidades como parte da sua estratégia de crescimento no mercado português.
wecity reforça financiamento alternativo imobiliário
Assim, a plataforma de financiamento colaborativo imobiliário wecity lançou duas novas operações em Portugal.
Os projectos abrangem realidades distintas do mercado residencial. Por um lado, incluem reabilitação urbana em contexto citadino. Por outro, integram construção residencial premium numa localização de forte procura internacional.
Ao todo, estão disponíveis 1,65 milhões de euros para investimento imobiliário.
Aliás, segundo a empresa, as duas operações apresentam classificação de risco A e contam com garantia hipotecária de primeiro grau.
Figueira da Foz Boat Cais II prevê 20 habitações
Na Figueira da Foz, o maior projecto é o Boat Cais II, com financiamento previsto de um milhão de euros.
Concretamente, a operação destina-se à continuação da reabilitação de quatro edifícios situados na Praça 8 de Maio, no centro da Figueira da Foz.
No final das obras, os imóveis darão origem a um empreendimento com 20 unidades habitacionais independentes.
No total, o projecto tem uma área bruta de construção de cerca de 1.800 metros quadrados. Além disso, apresenta mais de 56% das obras concluídas.
Aliás, a localização é apontada como um dos factores de valorização. Os edifícios ficam próximos da Praia da Claridade, do Casino Figueira e de zonas comerciais e de lazer.
Madeira Aurora II aposta no segmento premium
Por sua vez, na Madeira, a wecity lançou o projecto Madeira Aurora II, no valor de 650 mil euros.
Concretamente, a operação destina-se à conclusão da construção de uma moradia unifamiliar de luxo no Arco da Calheta.
Assim, o imóvel está inserido num terreno com vista panorâmica sobre o Oceano Atlântico. Além disso, dirige-se ao segmento residencial premium.
Ainda assim, segundo a plataforma, a localização beneficia da procura internacional por propriedades de elevada qualidade na ilha.
Na prática, o financiamento permitirá concluir a construção da moradia. A comercialização está prevista após a obtenção das licenças finais e a conclusão integral dos trabalhos.
Portugal é mercado estratégico para a wecity
Segundo Antonio Mañas de Orduña, CEO e fundador da wecity, os projectos demonstram a diversidade do mercado português.
“Estes dois projectos ilustram bem a diversidade de oportunidades que o mercado português oferece actualmente”, afirma.
Segundo o responsável, a Figueira da Foz representa a reabilitação de edifícios em centros urbanos consolidados. Por sua vez, a Madeira reflecte o interesse em activos residenciais premium.
Por fim, Antonio Mañas de Orduña acrescenta que Portugal continua a ser um mercado estratégico para a plataforma.
“A qualidade dos promotores, o dinamismo do sector imobiliário e a crescente procura por soluções de financiamento alternativas criam condições muito favoráveis para o desenvolvimento da nossa actividade no país”, sublinha.
Plataforma ultrapassou 250 milhões financiados
Na prática, a aposta da wecity em Portugal tem vindo a intensificar-se nos últimos anos.
De facto, a empresa afirma ter ultrapassado recentemente os 250 milhões de euros financiados na Península Ibérica.
Além disso, refere que financiou nos primeiros cinco meses de 2026 mais do que em todo o ano de 2025 no mercado português.
Sobre a wecity
A wecity é uma plataforma digital espanhola de crowdfunding imobiliário, com presença em Portugal. Assim, o seu modelo liga promotores e investidores através de um ecossistema digital.
Ao todo, nos últimos cinco anos, a empresa afirma ter financiado 250 milhões de euros através de 188 projectos imobiliários.
A plataforma indica ainda que é prestadora de serviços de financiamento colaborativo autorizada a operar em Portugal.
Este tipo de financiamento colaborativo surge numa altura em que comprar casa em Portugal custa cada vez mais por quarto adicional, o que reforça o interesse por alternativas de investimento no mercado imobiliário.
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