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APESPE FEVEREIRO 2025 - 4

Passagem de ano junta famílias e reduz viagens; portugueses mantêm tradição e controlam gastos

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A maioria dos portugueses prepara-se para celebrar a passagem de ano em casa. O novo estudo da Escolha do Consumidor mostra que 65 por cento prefere estar com a família e que 13 por cento opta por convívios com amigos. Assim, confirma-se a tendência para noites mais reservadas. Apesar disso, alguns consumidores mantêm o hábito de participar em festas organizadas por terceiros. Cerca de 8 por cento escolhe eventos privados e 7 por cento pretende assistir a fogo de artifício em espaços públicos. Apenas 7 por cento irá passar a noite sozinho.

A análise revela ainda que 71 por cento dos inquiridos não vai viajar. A Europa continua a ser o principal destino entre os que planeiam sair do país, embora apenas 12 por cento o faça. Os restantes distribuem-se por África, América do Sul, América do Norte, Ásia e Oceânia, todos com valores residuais. Além disso, 11 por cento dos participantes ainda não decidiu o destino para o final do ano.

Os gastos previstos mostram contenção. Cerca de 26 por cento pretende gastar menos de 50 euros e 25 por cento prevê um valor entre 50 e 100 euros. Por outro lado, 19 por cento estima um orçamento entre 100 e 250 euros e 11 por cento admite ultrapassar os 250 euros. Apenas 5 por cento irá gastar mais de 500 euros. Além disso, 14 por cento ainda não definiu o montante final. No entanto, permanece uma forte estabilidade face ao ano anterior. Cerca de 60 por cento espera gastar o mesmo valor e 27 por cento tenciona gastar menos. Apenas 13 por cento prevê aumentar o orçamento.

As tradições continuam presentes. O brinde com champanhe ou espumante reúne 29 por cento das escolhas. As 12 passas surgem logo a seguir, com 28 por cento. Outras práticas incluem o uso de roupa interior azul, a escolha de roupa nova e o gesto de subir a uma cadeira com o pé direito. Apesar disso, 16 por cento indica não seguir qualquer ritual.

O estudo procura também identificar prioridades para 2026. Melhorar a situação financeira ocupa o primeiro lugar, com 27 por cento das referências. O bem-estar e a saúde representam 14 por cento. Por outro lado, 16 por cento deseja viajar mais e outros 16 por cento pretende dar mais tempo à família e aos amigos. Além disso, 12 por cento procura um melhor equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. A ambição de evolução académica ou profissional surge com 10 por cento. Há ainda 4 por cento que não definiu expectativas e 1 por cento que manifesta desejos gerais de paz e melhoria global.

O questionário foi respondido por 850 pessoas. A amostra reúne 55 por cento de mulheres e 45 por cento de homens. A idade média situa-se acima dos 44 anos, que representam 59 por cento dos participantes. A Grande Lisboa concentra 38 por cento da amostra, seguindo-se o Centro e o Norte. A ConsumerChoice assegura a integridade dos dados recolhidos e reforça o papel da Escolha do Consumidor enquanto sistema de avaliação com certificação ISO 9001 e notoriedade de 98 por cento em Portugal.

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