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Amadora assinala centenário do nascimento de Artur Bual

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A Câmara Municipal da Amadora promove um encontro sobre a vida e obra de Artur Bual nos Paços do Concelho. A sessão decorre no sábado, 7 de Novembro, às 15h30. Assim, a sessão integra as celebrações do centenário do nascimento do pintor e tem entrada livre.

Bual nasceu em 1926 e morreu na Amadora em 1999. Além disso, deixou obra pública no concelho, entre a qual os painéis de mosaico da estação ferroviária da cidade.

Conversa reúne neta do pintor, padre e poeta

O encontro junta Catarina Bual, neta do artista, o padre Adelino Ascenso e o poeta Pompeu Martins. Por outro lado, a moderação cabe ao jornalista Joaquim Franco, comissário das exposições comemorativas.

Deste modo, a sessão organiza-se como partilha de memórias e reflexão sobre o percurso e o legado do pintor. Neste sentido, a autarquia considera-o uma das personalidades mais marcantes do município e uma figura central da identidade cultural da cidade.

O centenário de Artur Bual marca a programação municipal

Além disso, o encontro integra as iniciativas que a autarquia tem desenvolvido ao longo do ano. Todas assinalam os cem anos sobre o nascimento do pintor, que na Amadora viveu, trabalhou e produziu obra pública.

Exposição Outras fronteiras patente até Dezembro

Nos Paços do Concelho está patente, até 6 de Dezembro de 2026, a exposição Outras fronteiras. Ou seja, trata-se de uma extensão da exposição O Amor é Redondo.

Por sua vez, o exterior da Galeria Municipal Artur Bual, na Casa Aprígio Gomes, acolhe outra mostra até ao final do ano. Esta reúne painéis de grandes dimensões, em prismas e cubo. Neste caso, os painéis apresentam reproduções de obras do pintor, acompanhadas de textos curtos de autores que escreveram sobre o seu trabalho.

Quem foi o pintor da pintura gestual

Artur Bual frequentou a Escola de Artes Decorativas António Arroio e começou a expor no início da década de 1950. Além disso, é apontado como pioneiro e referência da pintura gestual em Portugal.

Em 1959 recebeu o terceiro prémio na primeira Bienal de Paris e o Prémio Nacional Amadeo de Souza Cardoso. Além disso, em 1997 foi distinguido com o Prémio Carreira do Museu de Arte Contemporânea. Além da pintura de cavalete, executou frescos em doze capelas no Alentejo e no Ribatejo. Também dirigiu graficamente a revista Contravento e ilustrou livros.

Por fim, o encontro realiza-se nos Paços do Concelho da Câmara Municipal da Amadora, na Avenida Movimento das Forças Armadas, número 1, na Mina de Água.

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