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A tecnológica Sage apresentou uma nova geração de agentes de inteligência artificial focados na automação de processos empresariais complexos. No entanto, mantém sempre o controlo final nas mãos dos utilizadores. Vale a pena referir que a Sage aposta em agentes de ia para gestão empresarial.
O anúncio foi realizado durante o evento global Sage Future. Neste evento, a empresa revelou a sua visão para o futuro da gestão empresarial baseada em inteligência artificial. Esta IA é aplicada às áreas financeira, operacional e de recursos humanos, mostrando que a Sage aposta em agentes de ia para gestão empresarial inovadora.
Além disso, a empresa pretende acelerar a criação de soluções de IA personalizadas através de novas ferramentas dirigidas a programadores e parceiros tecnológicos.
Sage quer automatizar tarefas sem perder supervisão humana
A estratégia da Sage assenta num modelo descrito como “IA com transparência”, também designado por abordagem “glass box”.
Ao contrário dos sistemas considerados opacos, a solução da empresa permite que cada recomendação gerada pelos agentes inteligentes seja acompanhada por explicações claras sobre os dados. Além disso, apresenta a lógica utilizada.
Segundo a tecnológica, esta abordagem pretende garantir auditabilidade, confiança e segurança na utilização de IA em ambientes empresariais críticos.
Além disso, o objetivo passa por permitir que as equipas financeiras e de recursos humanos deixem de executar tarefas repetitivas. Assim, poderão concentrar-se na gestão estratégica e na tomada de decisão.
Agentes de IA vão apoiar finanças e recursos humanos
A nova geração de agentes inteligentes apresentada pela Sage foi concebida para automatizar fluxos de trabalho complexos. Isto inclui preparação de pagamentos, reconciliações financeiras e gestão operacional. Assim, percebe-se claramente como a sage aposta em agentes de ia para gestão empresarial competitiva.
No entanto, a empresa sublinha que o utilizador continuará sempre a ser o responsável final pelas decisões tomadas.
Segundo dados da IDC, até 2030 cerca de 45% das organizações deverão utilizar agentes de IA em funções centrais de gestão.
Assim, a Sage procura posicionar-se antecipadamente nesta transformação tecnológica.
Plataforma aberta pretende acelerar inovação
Durante o Sage Future, a empresa revelou também a expansão da sua plataforma de desenvolvimento.
Entre as novas ferramentas destacam-se o Sage Agent Builder e o AI Gateway. Foram concebidos para permitir que parceiros e programadores criem soluções específicas para diferentes setores de atividade.
Segundo a empresa, esta estratégia permitirá desenvolver aplicações adaptadas às necessidades concretas de cada mercado. Além disso, destaca-se que a sage aposta em agentes de ia para gestão empresarial eficiente.
“O nosso foco é simples: aplicar a IA onde ela realmente ajude as equipas financeiras e os proprietários de empresas a realizarem melhor o seu trabalho”, afirma Aaron Harris, CTO da Sage.
PME portuguesas podem beneficiar da automação inteligente
A implementação destas tecnologias será realizada de forma faseada nos vários mercados, incluindo Portugal.
Além disso, a empresa acredita que as PME poderão beneficiar da redução da carga administrativa. Também beneficiarão do acesso a dados preditivos em tempo real e de processos mais auditáveis e seguros.
Por outro lado, a Sage defende que a inteligência artificial deve ser aplicada de forma prática e fiável nos fluxos de trabalho empresariais. Este princípio é relevante sobretudo em áreas críticas como finanças e recursos humanos.
Com esta aposta, a Sage reforça a sua estratégia de desenvolver plataformas inteligentes destinadas a apoiar a transformação digital das pequenas e médias empresas. Assim, a sage aposta em agentes de ia para gestão empresarial como fator de inovação.
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Fonte oficial: https://www.sage.com
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