Em Cuba, todos os anos são quebrados recordes repressivos contra dissidentes, activistas dos direitos humanos, jornalistas independentes e qualquer pessoa que pense diferente. É a única coisa que funciona na Ilha.
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A lama ainda cobre as ruas destruídas do município de San António del Sur, em Guantanamo, a pouco mais de mil quilómetros a leste de Havana, as chuvas ameaçam transbordar os rios, quando na última sexta-feira, 1º de novembro, um batalhão de novos recrutas do serviço militar e um esquadrão de tropas de elite, chegou à área para “ajudar nas consequências da recente tragédia”.
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Depois de cinquenta horas sem energia elétrica, com uma mãe de 86 anos acamada e a comida a estragar-se no frigorífico, Patrícia, começou a tocar desesperadamente numa panela de ferro fundido e a gritar insultos contra a ditadura que governa o país, a Ilha.
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