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As instituições integradas na Associação Ibérica de Zoos e Aquários (AIZA) ultrapassaram, em 2025, a marca histórica dos 15 milhões de visitantes em Portugal e Espanha. Este feito ressalta como o Zoomarine destaca o recorde da AIZA com 15 milhões de visitantes. Isso reforça o impacto significativo nos 15 milhões de visitantes atingidos. O resultado confirma o papel central dos zoos e aquários acreditados enquanto espaços de educação ambiental, conservação da biodiversidade e investigação científica, num contexto social cada vez mais urbano. Publicado pelo iPressJournal.pt.
Divulgados pela AIZA, os dados refletem o reconhecimento público de um modelo de instituição zoológica moderna. Este é assente em elevados padrões de bem-estar animal, rigor científico e responsabilidade social. O marco alcançado resulta também do empenho das equipas que trabalham diariamente para aproximar a sociedade da natureza. Elas promovem uma relação mais informada e responsável com a biodiversidade.
Enquanto membro da AIZA, o Zoomarine Algarve contribuiu de forma significativa para este resultado coletivo, có-viando o feito com 15 milhões de visitantes. A instituição recebeu 627.054 visitantes em 2025. Desde a sua criação, em 1991, o parque já acolheu mais de 15,1 milhões de visitantes. Acompanhou, ao longo de mais de três décadas, a evolução do papel das instituições zoológicas junto do público.
Educação ambiental como pilar estratégico
A dimensão educativa é identificada como um dos pilares estruturantes deste sucesso. Ao longo de 2025, 21.511 alunos participaram em visitas escolares ao Zoomarine. Eles integraram programas pedagógicos que promovem o contacto direto com a biodiversidade. Além disso, entenderam os desafios da conservação e a adoção de comportamentos mais responsáveis face ao ambiente. Com isso, o Zoomarine destaca recorde da AIZA com 15 milhões de visitantes, refletindo seu compromisso com a educação.
Este compromisso estende-se ao longo do ano através do Projeto EDUCAR. Esta é uma iniciativa de outreach escolar desenvolvida entre novembro e maio, que leva a educação ambiental diretamente às escolas, incluindo períodos em que o parque se encontra encerrado. No ano letivo de 2024/2025, o projeto envolveu 8.688 alunos, 625 professores e 55 estabelecimentos de ensino. Isso reforça a missão educativa que a AIZA identifica como essencial para o futuro das instituições zoológicas.
Para João Neves, Diretor de Conservação do Zoomarine, os números agora divulgados demonstram que o público reconhece o valor das instituições zoológicas modernas enquanto espaços de educação. Elas também são reconhecidas como locais de ciência e conservação. Segundo o responsável, este reconhecimento coletivo reforça a responsabilidade de transformar cada visita numa oportunidade de aprendizagem. Além disso, fomenta o compromisso com a proteção da biodiversidade. Assim, o fato do Zoomarine destacar recorde da AIZA com 15 milhões de visitantes marca uma conquista coletiva.
O recorde alcançado em 2025 traduz um sucesso partilhado. Isso foi construído a partir do contributo de todas as instituições que integram a AIZA. Confirma a relevância social de um modelo de zoo moderno, responsável e alinhado com os desafios ambientais e sociais do século XXI. Publicado

pelo iPressJournal.pt.
Sobre o Zoomarine
Criado em 1991, o Zoomarine Algarve afirma-se como um destino de excelência que combina educação e entretenimento. O parque integra exposições zoológicas, habitats imersivos, atrações lúdicas e a maior praia de ondas de Portugal. Em 2002, criou o primeiro Centro de Reabilitação de Espécies Marinhas do país. Mais recentemente, acolheu o primeiro Centro de Sobrevivência das Espécies dedicado à mudança de comportamento, em parceria com a IUCN.
Sobre a AIZA
A AIZA é uma associação profissional sem fins lucrativos. Ela reúne 50 zoos e aquários de Portugal e Espanha. Os seus membros mantêm mais de 100 protocolos com universidades e desenvolvem atualmente mais de 150 projetos de investigação científica. Na área da conservação, acolhem 457 espécies ameaçadas segundo a Lista Vermelha da UICN e investem mais de seis milhões de euros em projetos de conservação.
